Prostituição não é profissão


Prostituição não é profissão

Existe um decreto presidencial e projetos na Câmara (PL4211/2012) e Senado para reconhecer os direitos trabalhistas de quem está se prostituindo. Não concordamos com a legalização da prostituição no Brasil. Direitos Humanos é aplicar políticas públicas dignas para essa população. A regulamentação não vai resolver o problema de quem vive da prostituição no país. Vamos criar políticas específicas de resgate em zonas de prostituição com atendimento bio-psico-social. O Objetivo é oferecer amplo atendimento à saúde, moradia, apoio psicológico, condições de estudo e encaminhamento profissional. Precisamos resgatar quem está vivendo nessas condições.

Veja no link abaixo a lei Gabriela Leite que pretende a legalização da prostituição.

Vamos lutar para impedir e combater esta e outras leis que pretendem a legalização da prostituição e de casas de prostituição.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1012829

Fizemos um abaixo assinado em 2012 (on line) pedindo para a população que for contra a legalização da prostituição se manifeste.

http://www.peticaopublica.com.br/default.aspx 

A legalização da prostituição influenciará negativamente todas as camadas sociais, principalmente às menos favorecidas, induzindo adolescentes a escolherem este caminho como meio para se ganhar a vida deixando, inclusive, os estudos e seus sonhos pela ilusão do dinheiro fácil. 

Meninas adolescentes podem ser igualmente aliciadas psicólogicamente e emocionalmente e induzidas a escolher essa “profissão”. No entanto, essa escolha pode interferir em suas emoções de maneira negativa, e estas questões não estão sendo levadas em consideração neste projeto. 

Existe, também, o risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis devido ao fácil acesso a prostituição decorrente da falta de informação e orientação sexual.

As drogas estão intimamente associadas à prostituição,fato este, relatado pela maioria das prostitutas de todo mundo, contribuindo assim com o tráfico e o consumo de drogas.

O defensores da PL Gabriela não conhecem a realidade dura das mulheres que se sentem obrigadas a se prostituir, violentando suas emoções para garantir seu sustento.

 

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=P2013N34685

Segue PNDH3. Leiam e se informem como todas as suas ações são direcionadas para legalizar  tudo o que acreditamos não ser de forma alguma direitos humanos e sim discriminação ao ser humano,

http://portal.mj.gov.br/sedh/pndh3/index.html

 

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